quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Coisas que valem a pena

Vale a pena dar uma olhada:

Engajamento Político

Para que serve a publicidade?

Segunda-feira foi dia de Conferência de Planejamento e tiveram umas palestras muito boas e uma das que mais chamou a atenção foi do Adrian Ho, sócio da Zeus Jones. Ele começou a palestra dando exemplo de dois grandes trabalhos dele, um para a United Airlines e outro para a Sony. Entretanto, os melhores trabalhos dele não rolaram porque as empresas cortaram os custos com publicidade para investir em produto, nada mais óbvio, e a conclusão dele foi que ele falhou e que aprendeu muito com isso.

Não vejo isso como uma falha pessoal dele, nem da sua agência, e acredito que nem ele, mas sim como uma falha da publicidade dos dias atuais. O jeito que a publicidade ‘evolui’ fez com que ela assumisse um papel que pode ser descartado a qualquer momento. Lógico que ela nunca vai ter o papel mais importante que o desenvolvimento de um produto, mas nós que trabalhamos com publicidade deveríamos ter vontade de acabar com isso e fazer com que a publicidade entre no business do cliente.

Acredito que cada vez mais podemos ser parte dos negócios das empresas e trazer muito mais valor para ela, claro que isso pressupõe a mudança de todo o modo de pensar das agências e uma mudança de visão do cliente que só mudará com resultados.

Enfim, eu acho muito legal mudar a imagem da marca, atribuir valores emocionais, construir todo um posicionamento, mas para isso temos que fazer que o munda entenda como isso é importante. A publicidade precisa achar uma função, talvez se reinventar, ser repensada.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Em meio a crise

Nesse cenário todo de crise, muitos perguntam-se o que será da publicidade, como que essa onde de perdas atingirá o mercado de comunicação. Teve até 'barraco' entre o Nizan e o Fernand. Em meio a tudo isso, li dois textos muito legais hoje e com pegadas bem diferentes, um humano e outro totamente business.
Um é esse aqui, dica do chefe Ken e outro é esse aqui, dica da andrea que trabalha comigo.

sábado, 13 de setembro de 2008

Mais um passo

Mais um filme da tão falada campanha da Microsoft, ainda continuo com a minha opinião e estou gostando muito do que está sendo feito.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Um dos “blablás” de publicitário



Sempre se fala em estereótipo e a publicidade vive valendo-se dele. Vamos fazer o estereótipo do brasileiro, do jogador de futebol, “mas o brahmeiro é o estereótipo do brasileiro” e por aí vai. Desde que estou na faculdade, nós estudamos mais afundo essa história de estereótipo, e aprendemos que é natural formarmos eles em nossas mentes e isso facilita muitas coisas.
O que me inspirou a escrever foi uma matéria que vi sobre o perfil de quem ouve cada tipo de música e um post que li no blog do Santini, o cara que trabalha comigo. Você vê aquele rockeiro, de cabelo comprido e roupa de couro e já pré-julga o cara, é um baderneiro, mal-educado que gosta de rodinhas em shows. Entretanto, eles foram associados com os adoradores de música clássica, estes que são apontados como pessoas de bom gosto e sofisticação, aposto que você não esperava por essa.
Muitas apresentações de pesquisa vêm com apresentações de ‘estereótipos do target’, ou seja, jogam em uma caixinha e generalizam. Eu como planejador vejo muito isso, sei que é necessário agrupar e achar características em comum, mas fico pensando sobre as particularidades de cada um, seus pontos de vista.
Um ponto que quero me esforçar mais, e acho que tem que ser um caminho para bons planejadores, é fechar cada vez menos a percepção e ampliá-la, entender que os consumidores são pessoas, e o consumo é apenas um centésimo da vida delas. Deixar de pensar apenas em um maldito comercial de 30 segundos, ou no PDV e entender como que é a vida dessa pessoa e como uma marca pode estar em mais momentos e fazer parte da vida dela, gerar conversas e experiências.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Só o primeiro passo

Um dos burburinho desse ano do nosso mercado foi a conta da Microsoft indo para a Crispin. E a aposta era se eles conseguiriam transformar a Microsoft em algo cool. Eu como humilde planejador, não sei se esse é o caminho, não sei nem se é isso que eles irão fazer, mas o primeiro passo de algo foi dado.
Eu sei que está tudo muito vago, mas é assim que está ainda. O primeiro comercial gerou muitas discussões aqui, gerou discussão com a Tati, sobre várias possibilidades para tentar entender o que qual a intenção da agência. Dêem uma olhada no filme:



O que eu acho mais entendível é a tentativa de humanizar a marca, adotando a estratégia de trazer o próprio Bill Gates para o mundo real, "até o cara compra sapato em lugar barato e tem carteirinha de desconto.
Bom, esse é só o primeiro passo de uma estratégia de 300 milhões de dólares.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Mídias sociais na prática

Incrível quando coincidências acontecem. Estava eu bisbilhotando o site da Fast Company e falando com Rudolfs pelo msn ao mesmo tempo. Eis que ele me pede pra ver o ultimo post que ele escreveu, discutindo mídias sociais, e ao mesmo tempo, abre uma janela pop-up da Fast Company mostrando esse exemplo fantástico da Visa de como usar essas mídias de forma relevante. Seguinte: eles criaram uma comunidade no Facebook especial para negócios pequenos crescerem através dos contatos oferecidos na rede social. Incrível, não?



Claro que a Visa tem muito a ganhar quando estimula pequenos negócios. Mais contatos, mais negócios, mais dinheiro correndo por aí. Mas ainda assim, muito mais válido uma marca fazer isso abertamente, do tipo "queremos satisfazer você e estamos cheios de boa vontade", do que essas que criam comunidades fakes no Orkut que acabam não indo pra frente.

Genial. Conteúdo relevante, que chega até seu target de forma NÃO invasiva. Quem diria que um pop-up em plena quarta-feira me traria tanta descoberta? Como disse o Ro, também invejo essas grandes simples idéias.